
(Alfred Hitchcock) Um padre escuta a confissão de um assassino, mas seu voto de silêncio o impede de revelar a verdade, mesmo quando ele próprio se torna o principal suspeito. Entre fé e justiça, não há solução possível.

(Otto Preminger) Um advogado assume a defesa de um homem acusado de assassinato, mas logo percebe que a verdade é tudo, menos objetiva. No tribunal, versões se confrontam e a linha entre culpa e inocência se torna cada vez mais turva.

(Henri-Georges Clouzot) O julgamento de uma jovem acusada de matar o amante se transforma em um retrato cruel da moral e do julgamento social. Mais do que um crime, o tribunal expõe preconceitos, desejos e contradições.

(Orson Welles) Um homem é acusado por um crime que desconhece e mergulha em um sistema judicial absurdo e incompreensível. Aqui, a justiça não busca a verdade, ela opera como um labirinto sem saída.

(Peter Weir) Um advogado assume um caso aparentemente simples, mas logo se vê envolvido em mistérios culturais e espirituais que desafiam a lógica jurídica. A lei entra em choque com forças que ela não consegue explicar.

(John Badham) Após um acidente devastador, um artista luta pelo direito de decidir sobre a própria vida. Entre argumentos legais e dilemas humanos, o filme questiona até onde a lei pode interferir na liberdade individual.

(Clint Eastwood) Um assassinato em uma cidade marcada por excentricidades dá início a um julgamento repleto de personagens ambíguos. Entre charme e decadência, a verdade parece sempre escapar.