
A estreia em longa-metragem. Um jovem de família rica e infeliz em casa assiste às fitas de terapia de uma família armênia que entregou o filho para adoção e decide se apresentar a ela como o filho perdido. Feito com orçamento mínimo e bolsas de conselhos de arte, ganhou o Ducado de Ouro, prêmio principal do Festival de Mannheim-Heidelberg. Foi também nesse filme que Egoyan conheceu Arsinée Khanjian, que viria a ser sua mulher.
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Uma camareira de hotel aluga todos os filmes em que um colega aparece como figurante, sempre sem nenhuma fala. Ele, por sua vez, seduz uma roteirista para ganhar o papel principal no telefilme que ela escreve sobre a morte do próprio irmão. Com Arsinée Khanjian, Michael McManus e Gabrielle Rose, é o terceiro longa de Egoyan, todo construído em torno do vídeo como intermediário das relações. Recebeu seis indicações ao prêmio Genie, incluindo Melhor Filme.
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Um corretor de seguros (Elias Koteas) atende vítimas de incêndio com uma dedicação que inclui consolo e sexo, enquanto a mulher (Arsinée Khanjian) trabalha como censora de cinema e grava escondido os filmes pornôs que precisa avaliar. Foi o primeiro filme de Egoyan com orçamento considerável, rodado em CinemaScope, e o primeiro a ganhar projeção internacional. Levou o prêmio de melhor longa canadense em Toronto e o Prêmio Especial do Júri em Moscou.
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Egoyan interpreta o protagonista: um fotógrafo enviado à Armênia para fotografar igrejas para um calendário, enquanto a mulher, vivida por Arsinée Khanjian, se apaixona pelo motorista e guia da viagem. Um produtor alemão deu a ele 100 mil dólares e carta branca, e o filme foi rodado em 16 mm, sem roteiro, com tudo improvisado. É um dos filmes mais pessoais da carreira dele e um dos que encaram de frente as suas raízes armênias.
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Numa boate de striptease de Toronto onde é proibido tocar nas dançarinas, um auditor fiscal volta toda noite para ver a mesma garota, Christina. Com Bruce Greenwood, Mia Kirshner, Elias Koteas e Arsinée Khanjian, que estava grávida do filho do casal durante as filmagens e faz a dona do clube, também grávida. Ganhou o prêmio da crítica internacional em Cannes, oito prêmios Genie e foi o primeiro sucesso comercial de Egoyan.

Um advogado chega a uma cidadezinha canadense coberta de neve, onde um acidente com o ônibus escolar matou boa parte das crianças, decidido a convencer os pais a processar alguém. Ian Holm e Sarah Polley lideram a adaptação do romance de Russell Banks, que Egoyan leu por sugestão da mulher, Arsinée Khanjian. Levou três prêmios em Cannes, incluindo o Grande Prêmio do Júri, e rendeu a ele duas indicações ao Oscar, de direção e roteiro adaptado.

Uma adolescente irlandesa grávida atravessa o mar até Birmingham atrás do namorado e é acolhida por um gerente de refeitório gentil demais, vivido por Bob Hoskins. Adaptação do romance de William Trevor, com Elaine Cassidy no papel-título e Arsinée Khanjian como a mãe dele, apresentadora de um programa de culinária que ele revê em fitas antigas. Concorreu à Palma de Ouro em Cannes e deu a Egoyan o prêmio Genie de roteiro adaptado.
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