Domingos de Oliveira fez o oposto do que o cinema brasileiro fazia nos anos 60. Enquanto o Cinema Novo filmava seca, fome e política, ele filmava amor, ciúme e conversa de apartamento.
Neste episódio do Brasil no Set, Gustavo Valente e Rodrigo Fonseca falam do cineasta que foi ponto fora da curva por mais de cinquenta anos. Do "Todas as Mulheres do Mundo" de 1966, que lançou Leila Diniz e venceu o Festival de Brasília, até "Barata Ribeiro, 716", que levou Gramado em 2016.
A conversa passa por aí: o que significa fazer um cinema de afeto num país que cobra cinema de denúncia, e por que a obra dele envelheceu tão bem.
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FICHA TÉCNICA:
Apresentação: Gustavo Valente e Rodrigo Fonseca
Direção: Bia Mussi
Operação da Live: Bruno Rangel
Edição: Bruno Rangel
Produção: Tilt Studio
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